O ex-assessor Filipe Martins afirmou que passou dias em uma solitária sem iluminação durante sua prisão preventiva, conforme depoimento no STF, gerando choque entre aliados. Ele relatou que ficou em total escuridão, sem qualquer contato humano, ambiente inóspito mesmo para criminosos comuns. O caso foi registrado durante interrogatório, e ocorreu após determinação de Alexandre de Moraes, segundo a defesa.

A acusação levantou questionamentos sobre práticas utilizadas contra integrantes da base bolsonarista. O relato reacendeu debate sobre direitos humanos em prisões preventivas, considerado abuso por muitos. A revelação viralizou nas redes, com a base conservadora acusando o STF de praticar tortura judicial.

Parlamentares e defensores do ex-assessor classificaram a solitária sem luz como castigo desumano e ato de violência institucional. O deputado Marcel van Hattem, entre outros, pediu instauração de comissões para apurar o ocorrido.

O episódio foi comparado a cenas de regimes autoritários e ganhou repercussão entre juristas ligados à causa conservadora. O clima político se acirra à medida que aliados veem na medida uma tentativa clara de intimidação. A denúncia colocou o STF no centro de novo escândalo sobre práticas não previstas em lei. A expectativa agora se volta ao Congresso, onde movimentos por apuração legislativa ganham força.

By Jornal da Direita Online

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