
Sem conseguir controlar os gastos do governo, Lula agora estuda criar mais um imposto, além do aumento do IOF, para cobrir o gigantesco rombo fiscal de R$ 86,3 bilhões previsto até o fim do ano. A proposta mostra a total incapacidade da gestão petista em cortar privilégios e enxugar a máquina pública.
Enquanto o país enfrenta desemprego, inflação e estagnação econômica, o governo prefere recorrer à velha fórmula de punir quem produz e trabalha. Ao invés de cortar mordomias, o Planalto avalia aumentar a carga tributária para manter seus projetos ideológicos e manter a base aliada satisfeita.
Especialistas alertam que, mesmo com o aumento do IOF, o buraco é grande demais e exige “fontes extras de arrecadação”. Traduzindo: mais dinheiro saindo do bolso do cidadão para bancar os desmandos de Brasília. A reforma tributária, tão prometida, virou desculpa para mais arrocho.
Nos bastidores, já circulam ideias de tributação de serviços digitais, novos encargos sobre transações bancárias e até retomada disfarçada da CPMF. Tudo feito sem transparência e com pouca resistência de um Congresso cada vez mais alinhado com os interesses do Planalto.