
A ofensiva de Flávio Bolsonaro (PL) nessa reta final da campanha será focada em explorar o conteúdo de inquéritos sigilosos da Polícia Federal que envolvem o Lulinha. O plano prevê o uso intensivo de vídeos curtos nas redes sociais para amplificar o desgaste ético do governo antes da abertura das urnas.
O foco é martelar as denúncias de tráfico de influência e uso do Palácio do Planalto para favorecimento de negócios privados.
Peças publicitárias vão explorar o mote de que a corrupção “voltou a rondar o gabinete presidencial”, forçando Lula a adotar uma postura defensiva a poucos dias do pleito.
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Paralelamente, a campanha vai impulsionar a questão do “voto útil”, algo que pode alavancar uma verdadeira onda de direita em favor de Flávio.
Na campanha do candidato de oposição o clima é de empolgação e otimismo, contrastando com o verdadeiro cenário de terror que ronda as hostes petistas.
Jornal da cidade
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