
Nesta segunda-feira (16), Ratinho resolveu falar sobre Wagner Moura no programa que ele comanda no SBT. “Aquele menino que disputou o Oscar e perdeu, Wagner Moura, que eu conheci ele como Capitão Nascimento, um baita de um ator”, iniciou o apresentador.
“Depois fez um filme dos narcotraficantes, esqueci o nome do filme, que ele fez o Pablo Escobar, sensacional, um baita de um ator. O, Wagner, esquece Bolsonaro, cara. Para de falar dele. Qual é o motivo? O cara tá doente, quase morrendo, você falando mal do cara aí nos Estados Unidos, cala a tua boca, p*rra! Que isso? Fala outra coisa”, disparou o famoso.
POLÍTICA
“Continua sendo o Capitão Nascimento, continua sendo o baita do ator que você é, esquece essa coisa de política, esquece senão nós vamos morrer ou vamos se matar. Vamos parar, o Brasil é um só, o nosso povo é um só, vamos deixar a política para a hora que tem que ser política. Na hora da urna, aí vota do jeito que você quiser”, alfinetou o artista.
A Ratinho Wagner Moura discussão ganhou repercussão nas redes sociais após um episódio envolvendo o apresentador Carlos Massa, conhecido como Ratinho, e o ator Wagner Moura. O caso chamou atenção pela troca de declarações entre os dois.
De acordo com relatos, Ratinho reagiu a posicionamentos de Wagner Moura e, em determinado momento, afirmou que o ator deveria “calar a boca”. A fala ocorreu em meio a um debate público sobre temas políticos e culturais, que vinha sendo acompanhado por seguidores nas plataformas digitais.
O episódio rapidamente gerou repercussão online, com manifestações de apoio e críticas direcionadas aos dois lados. A Ratinho Wagner Moura discussão passou a figurar entre os assuntos comentados, ampliando o alcance do caso.
Contexto do debate
Wagner Moura tem se posicionado com frequência sobre temas políticos e sociais, o que o coloca no centro de debates públicos. Já Ratinho, apresentador de televisão com forte presença midiática, também costuma expressar opiniões sobre assuntos atuais.
A divergência entre os dois reflete um cenário mais amplo de polarização nas discussões públicas no país, especialmente nas redes sociais, onde figuras públicas frequentemente protagonizam embates de opinião.
PATRULHA?
“E olha, eu não sou garoto de internet. Quando eu comecei na televisão e no rádio, não tinha internet. É o meu jeito direto e reto de falar as coisas. E nos tempos atuais, quem fala a verdade pode ser vítima de patrulhamento e lacração, que no meu tempo não tinha”, alfinetou Ratinho.
