
O Foro de São Paulo divulgou uma nota oficial na qual condena os ataques realizados pelos Estados Unidos contra a Venezuela e a prisão do ditador Nicolás Maduro. No documento, a organização classifica a operação como uma agressão “gravíssima e inaceitável” à soberania do país sul-americano.
Na avaliação do grupo, a ofensiva contra a Venezuela representa a primeira operação militar de uma nova política de dominação dos Estados Unidos na região. Essa estratégia, segundo o texto, não se limitaria a ações armadas, mas incluiria também interferência em processos eleitorais em países latino-americanos.
O que chama atenção é que essa reação do Foro de São Paulo confirma, ponto por ponto, aquilo que Olavo de Carvalho denunciou durante décadas, quando ainda era tratado como “alarmista” ou “teórico da conspiração”.
Fundado em 1990, por iniciativa do então líder sindical Luiz Inácio Lula da Silva e do ditador cubano Fidel Castro, o Foro de São Paulo nasceu oficialmente como um espaço de articulação de partidos e movimentos de esquerda da América Latina e do Caribe. No entanto, como Olavo demonstrou com vasta documentação, o Foro sempre foi muito mais do que um simples fórum político.
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