
Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparecem tecnicamente empatados em uma simulação de segundo turno.
No cenário estimulado apresentado aos entrevistados, Lula registra 44,1% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro soma 41%. A diferença de 3,1 pontos percentuais está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, o que impede a indicação de um favorito claro neste momento.
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Mesmo com poucos dias desde o anúncio oficial de sua pré-candidatura, Flávio Bolsonaro já desponta como um nome competitivo no cenário nacional. O resultado é visto como sinal de desgaste do atual governo e tende a aumentar a pressão sobre o Palácio do Planalto, especialmente diante da dificuldade de Lula em ampliar sua vantagem eleitoral.
O desempenho de Flávio ocorre em meio ao apoio explícito do ex-presidente Jair Bolsonaro, que o escolheu como principal representante de seu campo político na disputa pelo Planalto. A sinalização consolidou a transferência de capital político do ex-presidente ao filho.
Esse respaldo foi reforçado por meio de uma carta escrita e assinada por Jair Bolsonaro, lida por Flávio Bolsonaro nesta quinta-feira (25), pouco antes da cirurgia do ex-presidente. O gesto teve forte impacto simbólico e marcou, de forma clara, o início da consolidação de Flávio como herdeiro político direto do bolsonarismo na corrida presidencial.
