
O professor Marcos Dantas, responsável pelo polêmico comentário “só guilhotina” direcionado à filha do empresário Roberto Justus, finalmente recuou. Após a forte repercussão e o anúncio de que a família acionaria a Justiça, o ex-docente da UFRJ divulgou uma carta pública de desculpas, alegando que sua fala foi apenas uma “metáfora”.
Na nota, Dantas tenta minimizar o episódio afirmando que usou o termo “guilhotina” como uma referência simbólica à Revolução Francesa e que sua intenção era apenas criticar a desigualdade social. No entanto, o professor não convenceu. Muitos consideraram sua justificativa como uma forma de escapar da responsabilidade após a reação pública intensa.
“Não quis fazer qualquer ameaça pessoal à família”, afirmou, tentando se livrar do peso da frase dita contra uma criança de cinco anos, que apareceu com uma bolsa de R$ 14 mil ao lado da mãe, a influenciadora Ana Paula Siebert. O comentário provocou indignação generalizada, sendo visto como uma incitação à violência.
Apesar do pedido de desculpas, novas publicações do professor foram reveladas nas redes sociais, indicando que a referência à “guilhotina” pode ter sido mais do que simbólica. Mensagens passadas reforçam seu discurso inflamado e deixam claro que sua hostilidade contra Justus e sua família não foi isolada, expondo o padrão de intolerância disfarçada de militância acadêmica.
A postura de Marcos Dantas, que em vez de debater ideias partiu para agressões, mostra um comportamento comum em setores radicais da esquerda, onde o discurso do ódio e a ameaça velada são jogados ao vento e depois maquiados como “figuras de linguagem” quando a pressão aumenta.
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da Redação