A crise entre Estados Unidos e Supremo Tribunal Federal ganha mais tensão após a histórica aplicação da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes, acusado de violar direitos humanos e censurar opositores políticos no Brasil. Segundo fontes da Casa Branca, o presidente Donald Trump acompanha de perto os próximos passos do STF e já planeja submeter a Corte a um primeiro grande teste internacional.

Washington monitora se ministros do STF tentarão obrigar bancos que operam no Brasil e usam o sistema financeiro em dólar a ignorar as sanções aplicadas a Moraes, tentando reduzir seus efeitos. A expectativa americana é que instituições como Banco do Brasil e Itaú Unibanco, que possuem vínculos com o sistema bancário dos EUA, cortem relações financeiras com Moraes, bloqueando acesso a contas e serviços internacionais.

A Casa Branca deixou claro que pronunciamentos em defesa do ministro não terão repercussões imediatas, mas qualquer ato concreto do STF para burlar as sanções será considerado afronta direta aos EUA e poderá levar à ampliação das punições para outros ministros, incluindo Luís Roberto Barroso e Gilmar Mendes, já citados como alvos potenciais.

No caso de Barroso, a recente revelação de um imóvel milionário em Miami, avaliado em R$ 22 milhões, aumenta a pressão. Caso ele entre para a lista de sancionados, o apartamento será bloqueado pelas autoridades americanas, ampliando o constrangimento internacional do STF e expondo seu patrimônio fora do país.

Trump já sinalizou que não aceitará tentativas de contornar a Lei Magnitsky, reforçando que o objetivo é proteger a liberdade de expressão, garantir eleições justas em 2026 e responsabilizar quem usa o poder para perseguir opositores políticos. O episódio pode marcar um divisor de águas no relacionamento diplomático entre Brasil e EUA, deixando a “supremocracia togada” sem espaço para manobras.

By Jornal da Direita Online

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