
A crise diplomática entre Brasil e Estados Unidos atingiu um patamar histórico nesta quarta-feira (30), com a publicação da ordem executiva assinada pelo presidente Donald Trump, oficializando a taxação de 50% sobre as exportações brasileiras. O documento não deixou dúvidas: a medida é uma resposta direta à perseguição política promovida pelo governo Lula e pelo STF contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.
No texto, a Casa Branca aponta que os processos forjados contra Bolsonaro representam uma ameaça grave ao Estado de Direito no Brasil, colocando em risco a realização de eleições livres e justas em 2026. O decreto ainda acusa diretamente o ministro Alexandre de Moraes de utilizar decisões monocráticas desde 2019 para intimidar milhares de opositores políticos, configurando um quadro de censura institucionalizada e abuso de poder judicial.
Trump justificou a medida com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (1977), alegando que a perseguição a opositores no Brasil configura ameaça estrangeira à segurança nacional e aos valores democráticos dos Estados Unidos. A taxação, que entrará em vigor no dia 6 de agosto, é apresentada como uma forma de proteger empresas americanas da censura coercitiva brasileira e enviar um recado contundente contra violações de direitos humanos praticadas por agentes do atual regime no poder.
Essa é a primeira vez que um documento oficial da Casa Branca coloca Lula e o STF lado a lado como responsáveis por um colapso deliberado das instituições brasileiras, chamando o cenário atual de emergência política e jurídica. A decisão reforça a pressão internacional contra o autoritarismo que tomou conta do Brasil, já reconhecido pelos EUA como um perigo para a democracia global.
Com a medida, o governo petista sofre novo isolamento no cenário internacional, e a economia brasileira se prepara para um golpe duro, resultado direto de uma política externa ideológica, aliada a um Judiciário sem limites, que persegue adversários políticos e destrói garantias fundamentais.