O cerco se fechou contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Após sua inclusão na lista de sanções da Lei Global Magnitsky, anunciada oficialmente pelo governo dos Estados Unidos nesta quarta-feira (30), instituições financeiras, seguradoras, operadoras de pagamento e plataformas digitais estão obrigadas a agir contra o magistrado, bloqueando transações e ativos ligados ao seu nome. A medida foi formalizada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), do Departamento do Tesouro americano.

Com a decisão, qualquer instituição que opere em dólar ou tenha vínculos com o sistema bancário dos EUA não poderá realizar negócios com Moraes. O bloqueio atinge não apenas bancos norte-americanos, mas empresas globais com sede em outros países que dependam de intermediação financeira ligada ao dólar. O ministro brasileiro passa a ter as mesmas restrições aplicadas a oligarcas russos, autoridades de regimes autoritários e violadores graves de direitos humanos já sancionados por Washington.

A aplicação da Lei Magnitsky é um marco histórico e devastador para a imagem do STF, pois trata Moraes como um agente envolvido em corrupção sistêmica e abusos de poder contra a população, especialmente pelos processos sem transparência, prisões arbitrárias e censura contra opositores políticos, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão amplia o isolamento econômico e diplomático do ministro, que agora se torna persona non grata em todo o sistema financeiro global controlado pelos EUA.

A sanção é também um recado direto de Donald Trump à cúpula do Judiciário brasileiro e ao governo Lula. O presidente americano tem denunciado publicamente a atuação de Moraes, classificando-a como “perseguição política” e relacionando os abusos do STF a um dos motivos para o tarifaço de 50% sobre produtos brasileiros, que entrará em vigor já nesta sexta-feira (1º de agosto).

Com a medida, Moraes não poderá movimentar recursos em dólares, acessar contas internacionais ou investir no exterior, sendo tratado como um violador de direitos humanos pelo maior sistema econômico do mundo. A decisão é vista como o primeiro passo de uma série de ações internacionais contra figuras do regime brasileiro acusadas de autoritarismo e ataques à democracia.

By Jornal da Direita Online

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