
O ex-presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), resolveu abandonar de vez a máscara de moderação e se revelou alinhado com as pautas da esquerda. Em uma declaração que caiu como uma bomba, o senador criticou duramente os que defendem uma anistia ampla, geral e irrestrita para os manifestantes presos após os atos de 8 de Janeiro.
A fala de Pacheco representa uma virada clara: de aliado do equilíbrio, ele passou a defensor das narrativas petistas, jogando contra milhares de brasileiros que clamam por liberdade, justiça e revisão de prisões que, até hoje, seguem sem julgamento adequado. A atitude é vista como traição por parte de sua antiga base conservadora em Minas Gerais.
Ao se opor à anistia, Pacheco adota o discurso do STF e da esquerda, preferindo punir os manifestantes do que investigar os abusos cometidos por autoridades. A esquerda radical agradece, enquanto os mineiros já começam a se questionar se ele realmente representa os valores que um dia prometeu defender.
Analistas políticos já apontam que a decisão de se posicionar contra a anistia poderá ter efeitos desastrosos em sua carreira eleitoral. Pacheco pode ter selado seu próprio destino ao virar as costas para um grupo significativo de eleitores que lutam por liberdade de expressão e direitos constitucionais.
A tentativa de agradar os poderosos de toga e os setores mais radicais da política nacional pode custar caro. Rodrigo Pacheco se apequena, e seu nome perde força entre os brasileiros que rejeitam o autoritarismo e que enxergam o 8 de Janeiro com olhos mais justos e sensatos. Em vez de defender o povo, ele optou por agradar o sistema.