
O Supremo Tribunal Federal (STF) tem julgado inconstitucionais leis estaduais e municipais que permitiam aos pais ou responsáveis vetar ou retirar os filhos de atividades escolares relacionadas a gênero, orientação sexual e diversidade.
Para a deputada e senadora eleita, Carol de Toni (PL-SC), o STF atropela o direito das famílias ao impedir que os pais tirem os filhos das aulas sobre gênero e sexualidade.
“O Estado quer decidir até onde termina a autoridade dos pais”, disse.
A posição defendida por Carol de Toni é de que os pais têm o direito de educar os filhos de acordo com suas próprias convicções morais, religiosas e de valores, considerando um erro impedir que as famílias optem pela retirada dos alunos desses debates em sala de aula.
Na educação dos filhos, quem dá a última palavra agora é o Supremo, e não a família. Lamentável.
Jornal da cidade
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