
Lindbergh Farias (PT-RJ) protocolou representação na Polícia Federal para apurar suspeita de fraude na filiação do senador Flávio Bolsonaro ao partido Missão, registrada no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O petista pede a preservação de dados digitais, a requisição de registros ao TSE, ao Senado e a provedores de internet, além da entrega de documentos citados por Flávio e por Renan Santos, coordenador da sigla, e a oitiva dos dois.
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Na representação enviada à PF, Lindbergh aponta três possibilidades: fraude cometida por terceiro, simulação da situação ou uso indevido do episódio pelo próprio partido.
O documento cita ainda crimes possíveis, como falsidade ideológica eleitoral, inserção de dados falsos em sistema eleitoral e denunciação caluniosa, e propõe acareação formal caso as versões de Flávio e Renan Santos permaneçam contraditórias.
Lindbergh não tem prerrogativa, nem moral, para fazer esse tipo de requerimento à Polícia Federal.
A sensação é de que o país virou uma verdadeira esculhambação.
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