
Integrantes da direção da CPMI do INSS discutem a possibilidade de recorrer ao Supremo Tribunal Federal caso o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, anule a votação que aprovou 87 requerimentos na última sessão. Entre as medidas aprovadas está a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva.
Nos bastidores, membros da comissão avaliam que o risco de revisão é real. Um dos pontos mencionados é que, entre os nomes atingidos pelos requerimentos, está Gustavo Marques Gaspar, ex-assessor do senador Weverton Rocha, aliado político de Alcolumbre.
- Mídia putrefata já pede punição por uso de IA de Jair Bolsonaro na convenção do PL
- Governo Lula “chuta o pau da barraca” e já admite rombo fiscal bilionário
- A “escolha” feita por Eduardo Leite e a desculpa esfarrapada
- Michelle na convenção do PL, um novo e decisivo impulso à campanha de Flávio (veja o vídeo)
- O retorno triunfal de Carla Zambelli (veja o vídeo)
Após a sessão marcada por tumulto, o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues, e o deputado Paulo Pimenta se reuniram com Alcolumbre para solicitar a anulação da votação. O presidente do Senado afirmou que só tomará decisão após analisar formalmente o pedido e examinar as gravações da reunião.
A base governista sustenta que o presidente da comissão, Carlos Viana, teria conduzido de forma irregular a votação simbólica dos requerimentos. Segundo parlamentares, haveria maioria governista no momento da deliberação. Já a presidência da CPMI utilizou como referência o total de parlamentares com presença registrada.
Apesar de parte da cúpula cogitar levar o caso ao STF, governistas evitam falar abertamente em judicialização. Paulo Pimenta declarou que, na sua avaliação, o debate deve permanecer no âmbito interno do Congresso, cabendo eventual medida judicial apenas aos diretamente atingidos pelos requerimentos aprovados.
