O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em discurso nesta segunda-feira na Escócia, reduziu o prazo que havia dado a Vladimir Putin para encerrar a guerra na Ucrânia: de 50 dias para apenas 10 a 12 dias. Ele deixou claro que se Putin não sinalizar progresso até entre 7 e 9 de agosto, os EUA aplicarão sanções mais severas.

Trump explicou que está “extremamente decepcionado” com a postura de Moscou, destacando que não houve avanços reais desde o ultimato anterior. Ele afirmou que “não há motivo para esperar mais” — sinalizando que todas as concessões já fracassaram.

O presidente americano ameaçou punir não apenas a Rússia, mas também países que continuem comprando petróleo russo. A retaliação incluiria tarifas e sanções secundárias, destinadas a paralisar o comércio de aliados de Putin como China e Índia.

Sua fala reforça sua estratégia diplomática: usar o poder econômico e comercial como ferramenta de pressão política. A abordagem mostra que Trump aposta no estrangulamento financeiro, não apenas diplomático ou militar, para forçar a paz.

A Ucrânia saudou o endurecimento, considerando que apenas uma postura firme poderia alterar o comportamento russo. Já a diplomacia de Biden, segundo aliados conservadores, era fraca e permitiu avanços russos enquanto retaliações reais eram adiadas.

Para setores conservadores globais, o movimento marca um retorno da diplomacia dura e realista: sem concessões vazias e com foco em resultados concretos. A soma de imposição de tarifas e ameaça de isolamento econômico global compõe a nova forma de “realpolitik” de Trump.

By Jornal da Direita Online

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