
O banqueiro Daniel Vorcaro afirmou, em depoimento sigiloso prestado ao gabinete do ministro do STF André Mendonça, que a Polícia Federal (PF) rejeitou sua proposta de delação premiada para blindar o diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues. A informação foi revelada pelo jornal Estadão. [1]
Abaixo estão os principais pontos sobre as declarações e os desdobramentos do caso:
O Depoimento Sigiloso
- Vorcaro diz a Mendonça que PF rejeitou delação para blindar o diretor-geral, diz Estadão
- Fortes rumores dão conta de que Roberta Luchsinger cogita delação (veja o vídeo)
- STF: Ala pede que Fachin assuma investigação sobre Moraes
- Alcolumbre passa pano pra Moraes e cita Dark Horse ao reagir à pressão por impeachment
- Não dá mais para “passar pano”: Jornal Nacional faz abertura histórica e expõe Moraes para todo o país
- Ausência da PF: A oitiva foi conduzida por um juiz auxiliar no gabinete de André Mendonça. A defesa de Vorcaro solicitou a reunião sem a presença de policiais federais, alegando que o banqueiro vinha sofrendo ameaças por parte dos investigadores. [1, 2]
- Acusações e Falta de Provas: Vorcaro declarou que pretendia delatar integrantes do atual governo do presidente Lula e citar uma suposta viagem com o chefe da corporação, Andrei Rodrigues. No entanto, de acordo com fontes ligadas ao caso, o banqueiro não apresentou provas nem forneceu detalhes concretos para sustentar as acusações. [1, 2]
Reações e Bastidores
- Contraponto da Investigação: Interlocutores do diretor-geral negam qualquer relação íntima entre ele e o dono do Banco Master. A única viagem admitida por Andrei Rodrigues foi para um evento institucional patrocinado pelo banco em Londres. Membros da investigação veem a fala de Vorcaro como uma tentativa de tumultuar o processo. [1]
- Guerra Institucional: O episódio é encarado nos bastidores do Judiciário e da segurança pública como mais um capítulo do desgaste e embate direto entre o ministro André Mendonça e a Polícia Federal. [1]
- Histórico de Negativas: A PF e a PGR já haviam recusado propostas anteriores de colaboração premiada do banqueiro por considerarem os relatos seletivos, sem fatos novos e focados em proteger aliados
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